with history in a room filled with people with funny names 4

Korakrit Arunanondchai

  • with history in a room filled with people with funny names 4
  • with history in a room filled with people with funny names 4
  • with history in a room filled with people with funny names 4
  • with history in a room filled with people with funny names 4

with history in a room filled with people with funny names 4

Korakrit Arunanondchai

  • Período
  • 14.08 — 14.09.2019

  • Abertura
  • 14.08 — 17 horas

  • Facebook
  • Twitter
  • E-mail
  • WhatsApp

Artista visual e cineasta, Korakrit Arunanondchai utiliza-se de diversas mídias para contar histórias que com frequência questionam nossa relação com o hibridismo cultural que tenciona a sociedade contemporânea. Dentro desta pesquisa, o artista desenvolve trabalhos que unem ficção e realidade, oferecendo ao observador instalações e vídeos sinestésicos protagonizados tanto por amigos e familiares do artista, quanto por personagens e mitos do imaginário oriental. Suas obras estão presentes em importantes coleções, como: The Whitney Museum of American Art (Nova York, EUA), SMAK (Gent, Bélgica), Sifang Art Museum (Nanjing, China), Fondation Louis Vuitton (Paris, França), Rubell Family Collection (Miami, EUA) e Zabludowicz Collection, (London, Inglaterra).


A vídeo-instalação with history in a room filled with people with funny names 4 trás ao público homenagens e questionamentos ligados ao poder do tempo e da memória humana. Utilizando-se de cenas que combinam documentário e especulação autoral, o artista aborda a crescente contradição entre a subjetividade necessária para contextualizar as imagens que compõe nossa memória e a racionalidade da tecnologia que criamos para armazená-la.


O que acontece com nossas memórias quando são guardadas em máquinas impessoais? Poderiam elas ganhar novas significados, influenciados pela tecnologia que as protege?

  • Facebook
  • Twitter
  • E-mail
  • WhatsApp

Hudinilson Jr.

Hudinilson Jr.

  • 13
  • 12
  • x
  • 11
  • 10
  • x
  • x
  • 9
  • x
  • x
  • 8
  • 7
  • 6
  • x
  • 4
  • x
  • 3
  • xx
  • 5
  • 2
  • 1

Hudinilson Jr.

Hudinilson Jr.

  • Período
  • 01.06 — 06.09.2019

  • Abertura
  • 01.06 — 14 horas

  • Facebook
  • Twitter
  • E-mail
  • WhatsApp


o CORPO sempre como princípio

collage, mail art, fotografia,


                  XEROX


O CORPO XEROCADO

– utilizar o CORPO como matriz, a partir da criação de uma relação especial de trabalhar no contato físico entre ideia e o processo mecânico; debruçando-me e deitando-me por inteiro sobre o visor da XEROX, compondo assim formas/texturas. o XEROX recria o CORPO de maneira própria, destruindo detalhes e valorizando outros, resultando imagens que se aproximam da abstração, num exercício de leitura/visão.

– o CORPO (meu/masculino) contido no espaço de uma cópia XEROX, transforma-se em módulo que se justapõe ou sobrepõe numa sequência.

– a experimentação contínua dos valores oferecidos pelo processo XEROGRÁFICO, definirão os valores individuais de cada proposta. entender os limites impostos pela máquina e ampliar seus recursos, dominar estes limites, invertendo assim as relações, fazendo com que a máquina seja veículo e co-autora deste trabalho.



OU AINDA



O CORPO sempre como princípio

collage, mail art, xerox,


                  FOTOGRAFIA


O CORPO FOTOGRAFADO

– a transposição da mídia, utilizando sempre a mesma matriz, o CORPO (meu/masculino), esgotando cada vez mais o assunto.

– a(s) diferença(s) particular(es) de cada máquina; a textura e a diagramação própria do mídia xerográfico em contraposição à imagem da FOTOGRAFIA.

– o CORPO contido no espaço de cada fotograma, focalizado no visor de uma máquina comum e sem a apropriação de maiores recursos/efeitos especiais, transforma-se em módulo que se justapõe ou sobrepõe numa sequência.

– o retrato é auto-retrato; me FOTOGRAFAR procurando-me através do visor, não utilizando de outros recursos, tais como espelhos; me procurar, me enquadrar e “bater” a chapa; até onde meu olho, através desse visor mecânico, consegue me ver; me fragmentar, dividir as partes do corpo, divisão esta ainda em contraponto com a forma de divisão da xerografia, e ainda, depois da foto, copia-la pela xerox, e assim contrapor as diferentes cópias; meu CORPO transmutado.



HUDINILSON JR.  –  1981  –  são paulo  –  sp  –  br

  • Facebook
  • Twitter
  • E-mail
  • WhatsApp