Stuart Brisley

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Surrey, Inglaterra, 1933


A maioria, mas não todas, das performances de Stuart Brisley envolve a apresentação de seu corpo. Em muitos de seus trabalhos desde o final da década de 1960, o corpo sofre condições difíceis ou extremamente desagradáveis, ou realiza ações que às vezes envolvem extremos de resistência, até o ponto de exaustão. Algumas de suas performances empregam processos de marcação, incluindo pintura do corpo e utilizá-lo como um instrumento para realizar novas marcas. O que significa apresentar um corpo? O que é um "corpo" para que possa ser apresentado? Como a forma com que Brisley apresenta seu corpo se relaciona com o corpo, como foi determinado na cultura ocidental? Existem formas pelas quais ele desloca esse auto-entendimento do corpo? Como esses deslocamentos estão relacionados às maneiras pelas quais o sentido do corpo mudou na modernidade? Quando a modernidade do corpo começa?


Atualmente, o arquivo histórico de Stuart Brisley está sob cuidados do Tate Archive, Londres. O seu trabalho está em importantes coleções como: Kiasma Museum of Contemporary Art, Helsinki, Finlândia, Kontakt/Erste Collection, Vienna, Austria, Musee D’Art Moderne de la Ville de Paris/ARC, França, Museum of Modern Art, New York, Museum Sammlung Prinzhorn, Heidelberg, Muzeum Sztuki, Łódź, Polônia, Queensland Art Gallery/Gallery of Modern Art, Brisbane, Australia, Tate Modern, Londres, The British Museum, Londres.


texto por Michael Newman

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