Lydia Okumura

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Osvaldo Cruz, Brasil, 1948

Vive e trabalha em Nova York, EUA


Okumura teve sua primeira exposição individual em 1968. Durante a década de 1970, Lydia Okumura, Genilson Soares (1940) e Francisco Iñarra (1947-2009) compartilharam esforços em ações coletivas. Trabalharam, entre 1970 e 1974, sob a denominação de Equipe3 e, juntos, contribuíram de maneira fundamental para a produção de instalações site-specific, sendo que muitas delas estão documentadas nos acervos do MAC - USP, Pinacoteca - SP, MAM - SP, Hall Art Foundation na Alemanhã, Metropolitan - NY e MoMA - NY.


As primeiras impressões do trabalho individual de Lydia Okumura podem ser ambíguas. Por quase 50 anos, a artista brasileira radicada em Nova York vem investigando o interstício do espaço bidimensional e tridimensional através de instalações site-specific. Utilizando principalmente tinta acrílica, cordões, chapas de ferro, carvão e lápis, Okumura constrói composições geométricas abstratas que projetam-se das paredes para o espaço tridimensional. Embora sua prática possa ser identificada dentro da tradição minimalista, a arte óptica também está em jogo. Através de intervenções simples, porém desafiadoras, Lydia Okumura questiona a percepção que temos de nossa presença física dentro do espaço expositivo.


Recentemente seu trabalho foi tema da extensa retrospectiva Situations, organizada pela University of Buffalo - Nova York, atualmente em itinerância por outros museus dos EUA. Nos últimos anos participou também de importantes exposições institucionais no MAC-USP - São Paulo, Galerie Thaddaeus Ropac - Londres, Instituto Figueiredo Ferraz - Ribeirão Preto,  Hall Foundation, Derneburg - Alemanha, MuBE - São Paulo, entre outras.

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