Luiz Alphonsus

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Belo Horizonte, Brasil, 1948.

Vive e trabalha no Rio de Janeiro, Brasil.


É possível, sem qualquer dúvida, afirmar que a extensa produção de Luiz Alphonsus desdobra-se e flutua ao redor de alguns dos movimentos e eventos mais significativos da vanguarda brasileira dos anos 1960: o Cinema Novo, as exposições Opinião 65, Opinião 66, Nova Objetividade e toda a efervescência da Tropicália. Luiz Alphonsus teve também participação em um dos projetos que guiaram o desenvolvimento da arte conceitual brasileira nos anos 70: fundou em 1969 (ao lado de Frederico Moraes, Cildo Meireles e Guilherme Vaz) a Unidade Experimental do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.


Luiz Alphonsus participou de exposições em algumas das instituições mais importantes do Brasil: Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiros, Museu de Arte Moderna de São Paulo, Instituto Tomie Ohtake (São Paulo), Palácio Imperial do Rio de Janeiro e o MAR (Museu de Arte do Rio). Ele também participou de algumas das exposições mais seminais da arte experimental brasileira da década de 1970: Do Corpo à Terra (Belo Horizonte, 1970), com curadoria de Frederico Moraes em Belo Horizonte, e ExpoProjeção (São Paulo, 1973), com curadoria de Aracy Amaral, a primeira exposição coletiva em vídeo-arte do Brasil.


Conceitual, mas mestiço e polifônico, brasileiro. Projetual, mas sempre híbrido e apoiado na gambiarra. É nessa encruzilhada remixada de uma poética cabocla instalada no éter pós-tropical, que se encontra o espaço insinuado, alegórico e metafórico proposto pelo artista.

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