Daniel de Paula

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Boston, EUA, 1987.

Vive e trabalha entre São Paulo, Brasil e Maastricht, Holanda

 

As múltiplas proposições de Daniel de Paula intencionam refletir sobre a produção do espaço enquanto reprodução de dinâmicas de poder, revelando assim investigações críticas sobre as estruturas políticas, sociais, econômicas, históricas e burocráticas que moldam lugares e relações.  Através de uma postura que não se encarcera nos domínios da arte, sua prática e produção deixa-se intersectar por noções de geografia, geologia, arquitetura e urbanismo, evidenciando um interesse em compreender a complexa forma social escondida no interior da materialidade. Por meio de estratégias como negociações extensas com e entre órgãos públicos e privados, a apropriação, deslocamento e descontextualização de objetos cotidianos, além de interações com agentes constitutivos do espaço expositivo e seu entorno, seus trabalhos propõem ressignificações de sistemas espaciais rígidos e condicionados. Tais procedimentos acabam por sublinhar a indivisibilidade entre a fisicalidade de seus trabalhos e os contextos de onde surgem, reiterando a crítica aos vetores violentos sócio-políticos que inscrevem sentido às nossas vidas.

Atualmente é pesquisador-residente na Jan van Eyck Academie na Holanda. Também é co-propositor do programa expositivo independente Um Trabalho Um Texto, e do projeto, selecionado pelo ProAC, intitulado Gravidade, no contexto da Cratera de Colônia.


Suas exposições individuais recentes incluem a forma condutora de fluxos dominantes, Galeria Jaqueline Martins, São Paulo (2017); testemunho, Galeria Leme, São Paulo (2015); objetos de mobilidade, ações de permanência, White Cube Gallery, São Paulo (2014); aparição, Centro Cultural São Paulo, São Paulo (2011).

 

Suas obras também foram inclusas em mostras institucionais recentes como Matriz do Tempo Real, MAC, São Paulo (2018); Avenida Paulista, MASP, São Paulo (2017); Metrópole: Experiência Paulistana, Estação Pinacoteca, São Paulo (2017); ARTE PARA TODOS! Liberação e Consumo, Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto (2016), Nós entre os Extremos, Tomie Ohtake, São Paulo (2015); Da próxima vez eu fazia tudo diferente, PIVÔ, São Paulo (2012).  

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