Amelia Toledo

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São Paulo, 1926. 

Cotia, 2017


Desde os anos 1960, Amelia Toledo sobrepõe elementos naturais e industriais em esculturas e instalações que buscam trazer ao observador tanto experiências pessoais quanto relações entre objeto, entorno e paisagem. Para tal, superficies espelhadas, rochas e minerais são empregados para criar jogos de reflexos, ressonâncias e potencializar o impacto sensorial dos materiais utilizados.


Ao longo de toda sua pesquisa, foi essa abordagem experimental em relação aos materiais que fundamentou sua carreira. Além de objetos tridimensionais, tal abordagem também foi empregada em em aquarelas e pinturas a óleo.


Amelia Toledo está presente nos acervos de importantes instituições, como: Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), Pinacoteca do Estado (São Paulo), Museu de Arte de São Paulo (São Paulo), Museu de Arte Contemporânea/USP (São Paulo) e Museu de Arte Contemporânea – Centro Dragão do Mar (Fortaleza),

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